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Brasil

Lula eleva o tom e diz a Bolsonaro que voltou

Pretta Abreu

O presidente Jair Bolsonaro tem mais com que se preocupar a partir de agora. É a consequência de conviver com Lula solto, com toda a sua verborragia empregada em discurso de tom duro contra o governo.

No ataque, no primeiro grande ato desde que deixou a prisão, na sexta, 8, o ex-presidente afirmou neste sábado, 9, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC paulista, que Bolsonaro governa para milicianos e não para o povo.

Lula listou em seu discurso outros desafetos, onde incluiu a TV Globo, o ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, o procurador Deltan Dallagnol e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

O ex-presidente partiu para o confronto político. E sinalizou que vai recuperar o tempo em que esteve preso colocando o País de cabeça para baixo, com frases pontuais:

“Eu duvido que o Moro durma com a consciência tranquila que eu estou. Eu duvido que o Deltan durma com a consciência tranquila. Eu duvido que o Bolsonaro durma com a consciência tranquila que durmo. Eu duvido que o destruidor de empregos Guedes durma com a consciência tranquila que durmo. E digo: eu estou de volta”, enfatizou.

Lula disse que foi criado “para não dizer palavrão. Não vou dizer palavrão a Bolsonaro, ele é o próprio palavrão; esse governo é feito para milicianos; o Brasil não merece um governo que manda seus filhos contarem mentiras todos os dias através de fake news”, declarou.

O ex-presidente foi categórico, por fim, ao dizer que “não adianta ficar com medo, não adianta ficar preocupado com as ameaças que eles fazem na televisão. Que vai ter miliciano, que vai ter AI-5 outra vez”, numa referência explícita a Carlos, Flávio e Eduardo Bolsonaro.

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