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Mundo

‘Maduro prefere diálogo, mas se quiserem guerra…’

Foto/Sputniknews
Bartô Granja

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, destacou nesta segunda-feira, 6, que Caracas prefere a diplomacia para resolver a crise política, mas está pronto para qualquer cenário e vai retaliar se os Estados Unidos optarem por uma ação militar contra o governo do presidente Nicolás Maduro.

“Estamos preparados para qualquer cenário … Se [os EUA] preferirem o caminho militar, estamos prontos para resistir – temos um exército, a polícia, nosso povo e estamos prontos para destruir qualquer exército, não importa quão poderoso seja” , disse, acrescentando que Caracas tem consistentemente chamado Washington para resolver todos os problemas através do diálogo.

“Eu gostaria de lembrar que uma grande parte do equipamento militar na Venezuela é russo … O presidente [russo] Putin nos ofereceu o melhor equipamento que existe hoje e nos permitiu criar uma forte estrutura de defesa. Isso exige manutenção. Precisamos melhorar, trocar informações. Atualmente, existe uma comissão de especialistas na Venezuela, é claro, que pode ser ampliada”, sublinhou.

Arreaza afirmou que a Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA) e a oposição venezuelana elaboraram um plano para derrubar Maduro a fim de obter os recursos naturais do país. Os comentários do ministro das Relações Exteriores vêm logo depois de Juan Guaidó, o presidente interino da Venezuela, ter dito que “avaliará todas as opções, se necessário” quando for perguntado se gostaria de receber a intervenção militar dos EUA.

Mesmo que sua tentativa de golpe tenha fracassado na semana passada, Guaidó afirma que é “claramente visível que as forças armadas não apoiam mais Maduro”. “Eu acho que o único que realmente se machuca é Maduro. Ele vem perdendo de novo e de novo. Ele está cada vez mais fraco, cada vez mais sozinho e não tem apoio internacional. Pelo contrário, ganhamos aceitação, apoio e opções futuras”.

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