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Veículos

Mini Cooper, muito caro, tenta conquistar a simpatia do brasileiro, mas está difícil



Desde que chegou ao Brasil, em junho de 2014, a atual geração do Mini Cooper não emplacou. Talvez seja culpa do visual mais “assustado” e menos estiloso que o da geração anterior. Talvez tenha sido o fato de que ele cresceu demais, perdendo o aspecto compacto… que era justamente seu maior charme.

Independentemente de qual seja a resposta para a pergunta “por que o Mini não cativa tanto quanto antigamente?”, o fato é que a BMW, atual proprietária da marca, vem trabalhando para fazer a reputação do carrinho voltar a crescer.

A mais recente novidade foi o lançamento da configuração Cabrio (o popular conversível), que desembarca por aqui apenas na versão S, de 192 cv, por R$ 164.950. Meta é modesta para os padrões que a marca já alcançou em outros tempos: vender 70 unidades em 2016 e 150 no ano que vem.

O que tem – De série o Mini Cooper S Cabrio 2017 traz: alarme; quatro airbags (frontais e laterais; os de cortina inexistem devido ao tipo de carroceria); faróis full-LED (incluindo neblina) com acionamento automático; lanternas de neblina; sensor de chuva; rodas de liga leve aro 17 em tom bicolor; controle automático de velocidade adaptativo (ACC) e sensor de estacionamento traseiro.

Fazem parte do pacote de conforto e acabamento: ar-condicionado automático digital de duas zonas; revestimento dos bancos em couro microperfurado (com três opções de cor: creme, caramelo e preto); volante multifuncional da série John Cooper Works, com revestimento em couro e costura vermelha; bancos dianteiros manualmente ajustáveis; central multimídia de 8,8 polegadas gerenciada por comandos no console central, com conectividade básica (via Bluetooth ou cabos USB e auxiliar), navegador GPS, câmera de ré e HD com 20 GB; painel de instrumentos digital com Head-Up Display e sistema de som premium da Harman-Kardon.

Como anda – Participamos de teste de lançamento, em percurso de cerca de 180 quilômetros entre São Paulo e Guarujá, no litoral do Estado de SP. Desempenho do motor turbo de 2 litros e injeção direta impressiona, tanto em potência quanto em consumo — a indicação no painel ficou sempre acima de 11 km/l, mesmo sem preocupação com economia e ar ligado nos momentos em que a capota esteve fechada. Peso de 1.295 kg e consequente relação de 6,7 kg/cv contribuem.

Mas a dinâmica do conversível parece não estar preparada para tanta força, mesmo quando acionado o modo Sport, que deixa as suspensões mais rígidas. Notadamente estável na configuração hatchback, o Mini sai demais de frente com a carroceria conversível, ficando mais arisco e flutuante conforme o aumento da velocidade, principalmente por conta da distribuição de peso maior no eixo dianteiro (59%, contra 41% no de trás, segundo dados da fabricante).

Esse tipo de comportamento, precisamos frisar, é comum a veículos de carroceria descapotável. Só que aí entra outro problema: os fortes ruídos do vento, mesmo com a capota fechada, atrapalham na hora de conversar ou ouvir música.

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