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Saúde sem filas

Modelo da telemedicina pode ser adotado para SUS funcionar

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Antônio Albuquerque, Edição - Foto Reprodução

A telemedicina, sistema que vem facilitando a vida de pacientes dos planos de saúde, começa a ser avaliada como uma alternativa para corrigir os muitos problemas enfrentados hoje pelo SUS. A novidade deve vir com o governo Lula, e servirá, se aprovada, para conectar a saúde pública em um modelo revolucionário e comprovadamente de resultado satisfatórios.

Os mais recentes estudos a cargo do IBGE, indicam que 64,7% da população brasileira está conectada ao ambiente online. Quem atua no setor, não tem dúvidas: “Compramos, vendemos, nós comunicamos, estudamos e trabalhamos em ambiente digital.”

Sob esse cenário, a área médica também passou a disponibilizar serviços de saúde à distância, que se tornam cada vez mais indispensáveis na rotina de médicos, profissionais da saúde, clínicas e hospitais. É o caso da telemedicina, área da telessaúde que surge como especialidade médica que disponibiliza serviços a distância para o cuidado com a saúde. Isso ocorre por meio de modernas tecnologias digitais que promovem a assistência médica online a pacientes, clínicas, hospitais e profissionais da saúde.

Especialistas no setor avalia, que a telemedicina tem o grande potencial de melhorar o atendimento em saúde no país, pois facilita os processos ao colocar um maior número de pessoas em contato com a saúde de forma online e bem estruturada, conectadas a profissionais capacitados para esse tipo de assistência.

Estima-se que mais de 70% dos atendimentos presenciais pelo SUS poderiam ser otimizados pela telemedicina, gerando diminuição de filas, atendimentos personalizado e mais céleres, evitando deslocamentos desnecessários dos pacientes.

A economia também agradece, pois a estimativa é de redução nos custos é de mais de 30%, baseados nos números contabilizados em planos de saúde privados onde já foi implementada a telemedicina. É nesse contexto que a FunRio larga na frente com uma parceria e serviços de telemedicina que possui aplicativo de tecnologia israelense que realizam a leitura dos sinais vitais dos pacientes de maneira remota e pelo celular.

A tecnologia desse novo sistema de auxílio à vida, pode ser um dos modos do economia do governo Lula. que pegou o governo com mais de 350 bilhões de gastos não explicados. Como dizem integrantes da Comissão de Transição, vale lembrar que modernizar é preciso. Atender as pessoas é preciso  ainda mais tecnologia, porque a saúde não pode esperar mais tempo.

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