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Bizu

MP quer saber por que Ávila, o interino, não sai da cadeira

Pretta Abreu

Adriano Marmitt, da 5ª Promotoria do Patrimônio Público de Porto Alegre, abriu investigação para apurar o descumprimento da ordem do CNJ que destituiu Paulo Ricardo de Ávila como interino do Cartório do 4º Oficio de Registro de Imóveis, por onde passam anualmente mais de 17 milhões de reais: “[…]Apurar representação de descumprimento, pelo Tribunal de Justiça, de decisão proferida pelo Conselho Nacional de Justiça no Pedido de Providências nº 0009776-87.201, ao não destituir Paulo Ricardo de Ávila do Cartório do 4º Ofício de Registro de Imóveis de Porto Alegre”, diz despacho do promotor. Ele determinou que seja notificado o desembargador Voltaire Lima de Moraes, presidente do Tribunal de Justiça gaúcho, para informar os motivos do descumprimento da decisão do Conselho Nacional de Justiça. Diz Marmitt, textualmente: “[…]Senhor Presidente, ao cumprimentá-lo, e visando a instruir a Notícia de Fato nº 01623.000.692 /2020, cujo objeto é ´apurar representação de descumprimento, pelo Tribunal de Justiça, de decisão proferida pelo Conselho Nacional de Justiça no Pedido de Providências nº 0009776-87.201, ao não destituir Paulo Ricardo de Ávila do Cartório do 4º Ofício de Registro de Imóveis de Porto Alegre”, solicito a Vossa Excelência que, se possível dentro do prazo de 10 (dez) dias, querendo, manifeste-se acerca deste procedimento cuja cópia integral segue em anexo´.”. Durante a tramitação do procedimento de controle administrativo n. 0009776-87.2019.2.00.0000, no Conselho Nacional de Justiça, foi pedido pela Rede Pelicano a exibição das prestações de contas da gestão de Paulo Ricardo de Ávila que se negou a juntar os documentos, no entanto, foi possível constatar que ele pagou mais de 10 mil reais de salário para cada substituto seu, inclusive seu filho, Ismael Ávila, o Guguinha, é um dos substitutos e se negou a responder se a Senhora Taís Keppeler é ou não parente de magistrado, o que caracterizaria suposto nepotismo.

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