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Brasil

Novas mensagens indicam perseguição a Lula

Mário Camargo, Edição

Novas mensagens de procuradores trocadas no aplicativo no Telegram anexadas pela defesa de Lula no Supremo Tribunal Federal, reforçam as provas e dão mais detalhes sobre as supostas ilegalidades da perseguição política no bojo de processo judicial da Lava Jato de Curitiba contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As mensagens mostram que Deltan Dallagnol e os procuradores ocultaram a existência de uma interceptação telefônica (grampo) de uma funcionária da OAS porque nas conversas ela dizia que dona Marisa havia desistido de comprar o triplex.

Isso, segundo a defesa, prova que o triplex não era de Lula, mas que sua família apenas cogitou comprá-lo, portanto a desistência é evidência de que o apartamento nunca foi de Lula. Como a informação ajudava a defesa de Lula, a Lava Jato escondeu no processo não só essa fala, mas o fato de que tinha feito um grampo.

Outras mensagens mostram que não havia indícios de qualquer relação de Lula com os contratos da Petrobrás listados na ação dos procuradores, e que os procuradores acusaram Dona Marisa Letícia sem provas.

Os diálogos ainda detalham a cooperação ilegal e clandestina de procuradores da Lava Jato e autoridades norte-americanas, e a pressão feita contra delatores para acusar o ex-presidente Lula, mesmo com os procuradores sabendo que eles não tinham provas.

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