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Palmeiras com um a mais sofre para derrotar XV de Piracicaba

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O Palmeiras sofreu. Muito. Mas conseguiu vencer o XV de Piracicaba por 1 a 0 na manhã deste domingo (15) no Allianz Parque. Mesmo com um jogador a mais em boa parte do segundo tempo e, em determinado momento, quatro atacantes no campo, a equipe de Oswaldo de Oliveira mostrou um poder de criação abaixo do imaginado para uma equipe grande.

A torcida começou a ficar impaciente, especialmente com a excesso de tentativas em bolas aéreas. A solução, a exemplo de outras partidas, foi um chute de longe. O volante Gabriel aproveitou rebote de jogada aérea e conseguiu vencer o goleiro Roberto com uma bola no canto direito do goleiro. O gol garantiu a sétima vitória no Paulista e 21 pontos somados, na liderança isolada do grupo C. Já o time de Piracicaba segue com 10 pontos e cai para a terceira colocação da chave D, com o Capivariano virando vice-líder.

Agora, a agenda do Palmeiras tem o próximo compromisso marcado apenas para o próximo domingo (22), às 19h30, contra o São Bernardo, fora de casa. Já o XV de Piracicaba enfrenta o São Bento, às 18h30 de sábado.

Com a mesma escalação da derrota contra o Santos, o Palmeiras mostrou um futebol de muita posse de bola, mas de pouco poder de decisão e de penetração. Na maior parte do tempo, a bola estava nos pés dos donos da casa, mas faltavam chutes de longe e passes que deixavam alguém em condições de finalização. As melhores chances vieram de bolas levantadas na área. A exceção foi em uma jogada só aos 37 minutos do 1º tempo, com chute cruzado de Lucas que parou em Roberto.

No segundo tempo, Oswaldo resolveu apostar, mais uma vez, em Gabriel Jesus. Dessa vez, ele entrou logo aos 10 minutos e, em sua primeira jogada, já sofreu falta dura de Ednei, que sofreu o amarelo. O menino mostrou que estava afim de jogo e, em mais uma bola, cavou a falta que resultou na expulsão de Tony. Assim que viu o adversário ficar com um a menos, o treinador colocou a equipe ainda mais para frente, tirando Arouca para a entrada de Leandro Pereira.

O número de atacantes, no entanto, não mudou em nada o poder ofensivo. Apesar de povoar a intermediária adversária, a equipe seguia travando na retranca. O pior é que, no contra-ataque, o XV chegou a assustar com bom chute de fora da área de Fernandes. Prass segurou em dois tempos. O tempo passava, a torcida perdia a paciência, e, os jogadores, a calma. A única solução encontrada foi alçar bolas na área de qualquer jeito. Não adiantou.

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