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Cultura

Parasita, o filme (não o de Guedes) fica com o Oscar

Carolina Paiva, Edição

O filme sul-coreano “Parasita” (não confundir com os servidores públicos brasileiros, conforme definição do ministro Paulo Guedes) foi o grande vencedor do Oscar neste domingo (9). A cerimônia dos melhores do cinema aconteceu em Los Angeles. A obra, que trata das diferenças de classes, recebeu quatro estatuetas e se tornou o primeiro não falado em língua inglesa a vencer como Melhor Filme.

Além do principal prêmio, o cineasta Bong Joon Ho também ganhou como roteiro original, diretor e filme internacional. “1917”, drama de guerra dirigido por Sam Mendes, ficou com três estatuetas; “Coringa”, “Ford vs Ferrari” e “Era uma vez em Hollywood” ganharam duas cada; “O Irlandês” não ganhou nenhuma de suas dez indicações.

Nas categorias de atuação, Joaquin Phoenix, Renée Zellweger, Brad Pitt e Laura Dern foram premiados. Vencedor do Oscar, Joaquin Phoenix se emociona e cita irmão em discurso.

“Se a Academia deixasse, eu gostaria de pegar uma serra-elétrica e quebrar minha estatueta em cinco pedaços com todos vocês”, disse Joon-ho, ao vencer como Melhor Diretor. Ele disse que estudou Scorsese e que Tarantino foi um dos primeiros a elogiá-lo.

“Não quando nos cancelamos pelos erros do passado, mas quando nos guiamos para crescer, por redenção, esse é o melhor da humanidade”, disse Phoenix, ao ganhar seu primeiro Oscar.

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