Aposentando o bisturi

Pílula promete o mesmo efeito da cirurgia bariátrica

Foto/Divulgação
Camila Tuchlinski

A cirurgia bariátrica é indicada para pacientes com obesidade ou com outras doenças paralelas, como diabetes, hipertensão arterial e dislipidemia. Para fazer o procedimento, os médicos avaliam quatro critérios: idade, índice de massa corporal, outras doenças associadas e o tempo de doença.

Para ser ‘candidato à cirurgia’, o paciente deve ter entre 18 e 65 anos, Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou superior a 40 kg/m², com ou sem comorbidades, ou entre 35 e 39,9 kg/m², com comorbidades como diabetes, hipertensão arterial e dislipidemia, que melhoram quando a obesidade é tratada. Deve ter tido falha de tratamento clínico realizado por pelo menos dois anos. Além disso, a pessoa não pode apresentar algumas situações específicas, como limitação intelectual, distúrbios psiquiátricos e etilismo atual ou recente.

A transformação estética de um paciente que realiza a cirurgia bariátrica é visível em pouco tempo. Por isso, muita gente que não precisaria fazer o procedimento tem a ilusão de que se ‘encaixaria’ nesses critérios médicos.

Recentemente começou a circular um vídeo nas redes sociais mostrando um medicamento, uma espécie de pílula que, ao ser ingerida, se transforma em balão gástrico. Os internautas ficaram empolgados com a possibilidade do método pouco invasivo.

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