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Brasil

Planalto teme atos terroristas lá fora

Foto/Reuters - EstadãoConteúdo
Tânia Monteiro

A embaixada do Brasil em Atenas, Grécia, foi invadida e pichada nesta quarta-feira, 20. Segundo informações obtidas pelo Estado, cerca de dez pessoas renderam os vigilantes e entraram no prédio gritando palavras de ordem contra o presidente Jair Bolsonaro. Ainda de acordo com essas informações, o grupo foi classificado como “anarquistas gregos”. Não teriam sido identificados brasileiros entre eles.

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) limitou-se a dizer que “no momento não tem maiores esclarecimentos sobre o caso”. Mas esses ataques começam a preocupar o Palácio do Planalto, porque podem se transformar em atos de terror.

Desta vez, além de renderem os vigilantes, paredes, móveis e quadros foram pichados na embaixada de Atenas. O governo brasileiro ainda está identificando os estragos e verificando as atitudes a serem tomadas.

Esta é a segunda invasão de embaixada brasileira na Europa, desde que Bolsonaro assumiu a Presidência da República. Em primeiro de fevereiro, a embaixada do Brasil em Berlim também foi atacada e a fachada do prédio coberto por tinha rosa, janelas e portas foram quebradas em uma ação de apoio à “resistência feminista, transgênero e antifascistas no Brasil” e ao MST – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra.

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