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Brasil

PMDB defende líder e critica hegemonia do aliado PT



A bancada do PMDB na Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira uma nota de apoio ao líder da sigla, deputado Eduardo Cunha (RJ), em meio à tentativa do Palácio do Planalto em isolar o porta-voz do descontentamento dos peemedebistas na Casa. O texto diz que ataques ao líder atingem o partido e que a coesão da legenda incomoda forças políticas que “flertam com projeto hegemônico de poder”.

“A harmonia e coesão de nossa bancada, ao mesmo tempo que incomodam outras forças políticas, que flertam com projeto hegemônico de poder, têm tributado ao nosso líder Eduardo Cunha ataques e agressões que extrapolam o patamar da civilidade em quaisquer das relações, e, particularmente, nas relações políticas onde o respeito e a cordialidade são fundamentais e imprescindíveis à democracia. Os ataques ao nosso líder são ataques ao PMDB”, diz a moção, aprovada durante reunião da bancada do partido, na Câmara.

A rebelião de deputados do PMDB foi tema de reuniões da presidente Dilma Rousseff no último domingo e na manhã de segunda-feira. Cunha não participou. Insatisfeitos com a articulação política e rumos da reforma ministerial, parlamentares abriram mão de indicar nomes para os ministérios do Turismo e da Agricultura, considerados da cota de peemedebistas da Câmara.

Em meio à tensão entre os dois partidos, Eduardo Cunha chegou a sugerir que a aliança com o PT fosse repensada. O presidente do PT, Rui Falcão, criticou o peemedebista por, segundo ele, se comportar como oposição.

Questionado se há uma tentativa de isolar Cunha, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse que essa tarefa seria impossível. “É impossível se isolar líder de bancada de 76 deputados federais. Pode haver dificuldades, estremecimentos, mas faz parte do jeito político, mas (…) isolar o líder do PMDB não passa pela cabeça”, disse.

Leia a moção:
A bancada do PMDB na Câmara dos Deputados tem exercitado, nos últimos meses, o debate interno e o diálogo fraterno sobre as melhores alternativas para o nosso partido e nosso país. A harmonia e coesão de nossa bancada, ao mesmo tempo que incomodam outras forças políticas, que flertam com projeto hegemônico de poder, têm tributado ao nosso líder Eduardo Cunha ataques e agressões que extrapolam o patamar da civilidade em quaisquer das relações, e, particularmente, nas relações políticas onde o respeito e a cordialidade são fundamentais e imprescindíveis à democracia. Os ataques ao nosso líder são ataques ao PMDB. A bancada manifesta sua solidariedade ao deputado Eduardo Cunha e reafirma a confiança nele depositada, no dia 2 de fevereiro de 2013, e por nós reconduzido em 2014, por unanimidade, neste parlamento.

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