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Nada extraordinário

Quando sobreviver vira rotina

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Autor/Imagem:
Emanuelle Nascimento - Foto Francisco Filipino

Há dias em que viver não tem nada de extraordinário. É apenas cumprir tarefas, resolver problemas, pagar contas, responder mensagens, continuar.

Mas há também dias em que sobreviver já é o suficiente.

A filósofa Judith Butler fala sobre as condições que tornam a vida “vivível”. Nem todas as vidas têm as mesmas condições. Para muitas pessoas, viver exige esforço contínuo.

Acordar, levantar, seguir, isso, às vezes, já é uma conquista.

A sociedade tende a valorizar grandes feitos, grandes conquistas, grandes narrativas. Mas existe uma dimensão silenciosa da existência que não aparece nas histórias de sucesso: a persistência.

Continuar vivendo, quando tudo pede pausa, também é um ato.

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