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Macacas de auditório

‘Quem quer dinheiro’ na campanha de Thaís

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Foto/Imagem:
Pontes de Miranda Neto II - Foto de Arquivo

Um bando (assim definido um grupo de símios) de macacos está sendo reunido por Lucas Kontoyanis para encherem grandes espaços do Minas Brasília Tênis Clube durante o último debate entre os candidatos à presidência da OAB, Seccional Distrito Federal, na noite desta quinta-feira, 18.

Haverá uma produção hollywoodiana, com aplausos e vivas do tipo já ganhou, já ganhou, sempre que aparecer Thaís Riedel. O vídeo será veiculado logo depois nas redes sociais, transmitindo a falsa imagem de apoio maciço à  candidata.

Mas, quem prestar atenção nas imagens, verá que serão raras as caras de verdadeiros advogados e advogadas. A grande maioria chegará de ônibus, vindos das cidades-satélites. São antigos cabos eleitorais contratados nas eleições de 2018 que voltam a ter um troco para o café.

A cena, previamente descrita a Notibras, fará lembrar os quadros Topa Tudo Por Dinheiro e Quem Quer Dinheiro, dos áureos tempos de Sílvio Santos. Muitos advogados de verdade, com carteira da OAB, convidados, descartaram suas presenças. Disseram que não fazem papel de macaca de auditório.

Para afastar a pecha de suposto racismo, o escriba lembra que o termo macaca de auditório é substantivo feminino definido no dicionário Caldas Aulete como frequentadora entusiasta de programas de auditório de rádio e/ou televisão, que manifesta ruidosamente o apreço por determinadas pessoas e artistas.

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