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Cultura

Raphinha saiu do Norte para estourar no Brasil

Foto/Divulgação
Carolina Paiva

Raphinha Barba está fazendo história. A fama do menino que cantava e tocava em Rondônia e outras regiões da Amazônia, se espalhou pelo Brasil. E suas composições caíram no gosto de grandes intérpretes – e dos fãs.

O artista é reconhecido como um dos melhores cantores no segmento sertanejo universitário. E quem abraçou as suas composições em parceria com Nivaldo Paz, foram Ludmila e a dupla sensação Simone e Simaria.

Na voz de Simone & Simaria virou sucesso a música Desce com maldade, sob com autoridade. Anitta e Ferrugem entraram na mesma onda.

As composições de Raphinha, 24 anos, antes na boca dos fãs no Amazonas, Acre, Pará, Roraima e Rondônia, começam a se espalhar para o resto do Brasil. Até a funkeira Ludmila virou intérprete dele. As músicas “A Bela e a Fera”, “Quando me ver”, “Varanda e rede”, por exemplo, ganharam grande apelo nas redes sociais.

O hit “A bela e a fera” é um exemplo. É uma versão contemporânea adaptada de um conto inspirado no clássico ‘Beauty and the Beast’ da Walt Disney. Raphinha inovou com um novo gênero de Sertanejo Universitário. Esse estilo ultrapassou as letras regionais e situações vividas por caipiras (como o Sertanejo raiz). Geralmente as letras do cantor abordam situações corriqueiras encaradas na vida dos jovens, tendo forte apelo temas como traição, e ostentação.

O ‘sertanejo universitário de conto’ usa a ficção para criar um universo de seres, de fantasia ou acontecimentos. O conto apresenta um narrador, personagens, ponto de vista e enredo. “O conto se constrói para fazer aparecer artificialmente algo que estava oculto. Reproduz a busca sempre renovada de uma experiência única que nos permite ver, sob a superfície opaca da vida, uma verdade secreta”, como traduz um dos seus clubes de fãs.

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