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Brasil

Raquel vê Gilmar intocável e deixa Lava Jato na mão

Foto/Arquivo Notibras
Antônio Albuquerque

O pedido de suspeição do ministro Gilmar Mendes, feito por procuradores da Força Tarefa da Lava Jato, foi parar no arquivo. A decisão é da procuradora-geral da República Raquel Dodge.

A Lava Jato desconfia de uma ‘mãozinha’ de Gilmar ao ex-presidente da Dersa e suposto operador do PSDB, Paulo Vieira da Costa, o Paulo Preto, condenado a mais de 100 anos por corrupção e lavagem de dinheiro.

A suspeição veio a partir do pedido do ex-chanceler Aloysio Nunes Ferreira para que Gilmar concedesse habeas corpus a Paulo Preto, que foi preso, solto e agora está de volta à cadeia.

Raquel entende, porém, que o contato entre o tucano e o ministro do Supremo “não revelou amizade íntima entre ambos, nem, do ponto de vista objetivo, influiu, nem determinou o juízo valorativo do magistrado em relação ao réu ou à causa”.

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