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Brasil

Silencie Carlos, Bolsonaro, antes que haja golpe

Ka Ferriche

Quando o malcriado Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), que aparentemente abandonou seus eleitores na segunda-feira, 9, ao pedir licença de quatro meses do cargo de vereador da combalida cidade do Rio de Janeiro, abre a boca, é bomba! Já era identificada uma aparente e séria ausência de sinapses no rapaz, pelas repetidas ofensas que disparou aos vários generais que caminham com o governo familiar e outras autoridades, entre eles, Gustavo Bebianno, ex-ministro responsável por viabilizar a candidatura vitoriosa do capitão e demitido, dizem, pelo enfrentamento que teve com o mimado vereador.

Autoridades máximas das Forças Armadas, que seriam os possíveis mandatários de um regime autoritário, todos ofendidos por Carlos Bolsonaro, são unânimes em afirmar que não apoiam um golpe militar. Foram exatamente eles que não permitiram a escalada de uma real ameaça autoritária promovida pela quadrilha vermelha, sob o disfarce da democracia. Com o objetivo e prática de pilhar tudo e todos. O pior dos regimes.

Entendem os oficiais superiores que é por meio da mesma democracia que foi usada de forma ardilosa pelos últimos esquerdopatas, que o Brasil deve reconstruir seu futuro. Ninguém acredita que seja fácil, é verdade. Mas ao estancar progressivamente o assalto jamais registrado na História, é que haverá luz – e recursos – para reedificar o que foi destruído. É preciso acreditar no melhor dos mundos.

Carlos Bolsonaro não percebe que um golpe militar tem início afastando do poder imediata e exatamente o ocupante do Palácio do Planalto, seu pai, pai… Seria muito mais útil que suas manifestações fossem objetivas e reais: neste momento devemos discutir apenas o que querem os brasileiros, se um governo que rouba ou um que não rouba.

O 02 de Lula, por exemplo, diz a lenda, ficou bilionário da noite (entre os elefantes) para o dia (entre os nelores). Mas deve ser mesmo lenda por que um fenômeno assim seria exaustivamente investigado em qualquer país sério. E Lulinha leva vantagem na comparação: é calado.

É preciso que o atual chefe das Forças Armadas, capitão Jair Bolsonaro, diga ao seu pupilo que ele não tem razão quando diz que “por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos…”. Muito menos em nove meses. Deve esclarecer, ainda, ao seu tuiteiro pródigo, que se o Brasil alcançar essa mudança no mesmo prazo em que foi sucateado pelos criminosos de esquerda – por décadas -, já poderemos comemorar.

É recorrente por parte da família Bolsonaro reagir a quaisquer comentários da imprensa inimiga, por mais irrelevante que seja o caso. Caem na armadilha ou se colocam nela, enquanto deveriam responder com as ações positivas já alcançadas pelo governo, que não são poucas para o breve tempo desde a posse.

Chico Anysio e Castrinho anteciparam a conversa entre os dois palacianos nos corredores do Hospital Albert Einstein, que sempre acaba assim: “Esse é o meu garoto!” – diz o primeiro. “Meu pai, pai!” – responde o segundo. E segue mais um episódio da série.

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