Curta nossa página


Dutch   English   French   German   Italian   Portuguese   Russian   Spanish


Brasil

‘Somos soldados; vamos fazer o que o brasileiro quer’

Foto: Wilton Júnior/EstadãoConteúdo
Antônio Albuquerque

“Deixo claro que não mereço essas homenagens todas. Muito pelo contrário. Como soldado, apenas estou cumprindo meu dever, o dever para o qual tanto o presidente Bolsonaro como eu fomos eleitos no ano passado”. A frase é do vice-presidente Hamilton Mourão. Foi dita em jantar com congressistas, empresários e diplomatas (a maioria da representação chinesa).

O evento foi no Clube do Exército, em Brasília. Mourão disse que tudo o que o atual governo pretende realizar é “buscar o bem-estar da população brasileira e, mais ainda, a inserção [do país] de forma altaneira, soberana, flexível e pragmática no concerto de todas as nações”. O general esteve na China na semana passada, onde definiu uma série de acordos que serão firmados entre Brasilia e Pequim.

O encontro também serviu para intensificar o comércio com a China. Além de empresários e entidades que promovem o comércio e a cultura entre o Brasil e a China, também participaram do jantar em homenagem ao general Mourão o chanceler brasileiro Ernesto Araújo e o presidente do Senado Davi Alcolumbre.

O líder da Frente Parlamentar do Congresso Nacional Brasil-China, deputado Fausto Pinato (PP-SP), lembrou a recente viagem do general Mourão à China como uma ação motivadora para as relações entre o Brasil e o gigante asiático. O vice-presidente desembarcou na capital chinesa (Pequim) em de 20 de maio, para viagem de uma semana. Ele visitou autoridades chinesas, empresários e entidades culturais interessadas em aproximar políticas e incentivar investimentos entre os dois países.

Pinato disse que a homenagem a Mourão é só uma das etapas do processo de fortalecimento das relações Brasil-China. Ele observou que, em setembro próximo, o presidente Jair Bolsonaro também fará uma viagem à China. “Com Bolsonaro vamos repetir a mesma homenagem que estamos fazendo ao general Mourão”, acrescentou.

A China é, desde 2009, o principal parceiro comercial do Brasil. O fluxo do comércio bilateral alcançou, em 2018, US$ 98,9 bilhões. As exportações alcançaram US$ 64,2 bilhões, enquanto as importações atingiram US$ 34,7 bilhões.

Publicidade
Publicidade
Publicidade

Copyright ® 1999-2019 Notibras. Nosso conteúdo jornalístico é complementado pelos serviços da Agência Brasil, Agência Brasília, Agência Distrital, Agência Estadão, Agência UnB, assessorias de imprensa e colaboradores independentes.

Segue a gente