Irã faz EUA ruir
Tarô indica fim trágico da guerra de Trump
Publicado
em
Há momentos em que a política parece caminhar sobre trilhos racionais, por onde circulam estratégias, alianças e discursos calculados. Mas há outros, raros e inquietantes, em que o invisível atravessa o tabuleiro e embaralha as certezas. Foi nesse território, onde o poder encontra o destino, que o mago das previsões Giovanni Seabra lançou as cartas do Tarô Egípcio, nesta Sexta-Feira da Paixão, 3 de abril de 2026.
A pergunta era direta, quase provocativa ao tempo: o que aguarda Donald Trump até o próximo dia 14 de junho, quando o presidente norte-americano completa 80 anos? A resposta veio em dez lâminas — a clássica Cruz Celta —, mas o que se desenhou não foi apenas uma leitura, e sim, um aviso.
Quando a base treme
Logo na carta central, o Arcano 42 — Tenacidade, invertido — indica um líder que já não sustenta o próprio peso. A firmeza dá lugar à hesitação. O poder, antes sólido, passa a oscilar como chama exposta ao vento. Não se trata apenas de política, mas envolve uma estrutura interna, indicando que quando a tenacidade falha, tudo ao redor começa a ruir.
Ao lado, o Arcano 32 — Generosidade, também invertido — revela alianças tóxicas, acordos que cobram caro demais. O que parecia apoio pode esconder armadilhas. Nesse caso, o excesso, a ostentação e o conflito caminham juntos, como se o próprio sistema ao redor do líder estivesse contaminado.
Guerra sem comando
O Arcano 36 — A Guerra, invertido — é talvez o símbolo mais perturbador da tiragem. Marte em desalinho. Energia dispersa. Combate sem estratégia.
Aqui, o Tarô não fala apenas de guerra literal, embora a menção ao Irã ressoe como pano de fundo. As cartas apontam para uma guerra interior, com decisões tomadas sob pressão, movimentos sem coesão, avanço sem direção clara.
E é justamente nessas horas, quando a mente entra em conflito consigo mesma, que o campo externo passa a refletir apenas o caos interno.
Passado que cobra
A base da leitura, com o Arcano 27 — O Imprevisível, invertido — surge apontando para eventos súbitos, violentos, quase inevitáveis. Não há controle absoluto e ao mesmo tempo muitas forças em movimento.
E o passado recente, representado pelo Arcano 23 — O Lavrador, invertido, traz uma máxima antiga: colhe-se o que se planta. O que foi semeado retorna não como promessa, mas como consequência.
O aviso de Anúbis
No futuro próximo, surge uma das cartas mais simbólicas da tiragem feita pelo mago Giovanni Seabra. É o Arcano 65 — O Conselho, em posição normal, representado por Anúbis, o guardião dos mortos.
Não se vê ali uma sentença imediata; entretanto, é um aviso claro. Anúbis não chega para destruir, e sim para pesar, medir e julgar.
A mensagem do deus egípcio é bastante transparente, sugerindo que há ainda tempo para ouvir, para recuar, para reconsiderar. Mas o tempo é curto, e o perigo, extremo.
Cerco invisível
A Justiça invertida (Arcano 8) aponta para perdas judiciais, decisões desfavoráveis e desgaste institucional. Já o Carro invertido (Arcano 7) fala de isolamento, representando justamente o líder que avança sozinho, mas não chega a lugar algum.
Em situações assim os projetos travam, as estratégias falham, o movimento existe, mas não produz vitória. É, em síntese, o retrato de um cerco que não se vê, mas que é sentido.
Renascimento ou fim?
Foi traduzida, enfim, a última carta. É o Arcano 78 — O Renascimento, em pé.
No Tarô Egípcio, renascer não é apenas recomeçar; é encerrar um ciclo de forma definitiva, como a travessia de um portal irreversível. É a transformação espiritual, a mudança de plano, a ruptura total.
Para alguns, isso significa reinvenção. Para outros, desaparecimento simbólico ou literal. O que se tem, segundo Giovanni Seabra, é é um desenho entre o destino e o livre-arbítrio, uma vez que a leitura das cartas não sentencia, mas revela tendências, expõe caminhos, ilumina riscos.
Mas há algo inegável no desenho das cartas, apontando para um ciclo se aproxima do fim. Se será uma queda política, um colapso estratégico ou algo mais profundo, o tempo dirá. O que o Tarô sugere é que o relógio já começou a contar, sentenciando que forças maiores do que a vontade humana estão em jogo.
Resumindo, diz o tarólogo, no cruzamento entre guerra, poder e destino, até os homens mais poderosos precisam prestar contas. E conclui: “Quem viver, verá”.
…………….
Giovanni Seabra
@giovanniseabra.esoterico
@colegiodosmagosesacerdotisas
