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Bizu

Terça, 24, pode ter tsunami com o ‘Caso Queiroz’

Pretta Abreu

A Segunda Turma do Supremo tem um abacaxi para descascar na terça-feira, 24. Vai caber à presidente do Colegiado, Cármen Lúcia, e aos seus quatro pares Celso de Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Edson Fachin decidir sobre a validade de dados do Coaf em investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, sem a prévia anuência do Judiciário. Esse imbróglio se arrasta desde julho, quando Dias Toffoli, Número 1 da Corte, mandou parar as investigações em cima do senador Flávio Bolsonaro (PSL), no ‘Caso Queiroz’. É difícil prever um prognóstico. Mas, como a guerra à corrupção não pode parar, analistas políticos avaliam que a decisão de Toffoli será derrubada. Consequentemente, a ‘caixa preta’ do mensalinho no gabinete do filho do presidente, quando era deputado estadual pelo Rio, será aberta. O que virá dali ninguém imagina. Nem mesmo Jair Bolsonaro, que estará em trânsito EUA-Brasil na hora da reunião dos ministros do STF.

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