Extinção
Trump e o pássaro dodô
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“Esta noite uma civilização será extinta. Fogo e bombas e esses animais desaparecerão da humanidade”
(Donald TRUMP, presidente do Império EUA dando o ultimato ao Irã – 07/04/2026)
*DEU NO POSTE E NA INTERNET…
Recebi esse texto original pelo Facebook e reescrevi – parte dele -, adaptando-o aos dias atuais. (Gilberto Motta)
O pássaro Dodô não foi simplesmente extinto: NÓS o apagamos do mapa.
Durante séculos, ele foi retratado como um animal “bobo” ou desajeitado. Mas a verdade é muito mais cruel: o Dodô era perfeitamente adaptado ao mundo em que vivia.
Na ilha Maurício, no oceano Índico, ele evoluiu por milhares de anos sem predadores naturais. Não precisava voar, não precisava fugir, não precisava desconfiar de nada. Era um ambiente seguro demais… até deixar de ser.
Quando os humanos chegaram à ilha, por volta do final do século XVI, trouxeram algo que o Dodô nunca havia conhecido: o perigo.
Marinheiros portugueses e, depois, holandeses passaram a caçá-lo com facilidade. O pobre Dodô não corria, não atacava, não se escondia. Ele simplesmente não entendia o que estava acontecendo. Era grande, dócil e indefeso diante de uma ameaça completamente nova.
Mas não foi só a caça que selou seu destino.
Os humanos trouxeram consigo outros animais — ratos, porcos, macacos e cães — que invadiram o habitat natural e destruíam os ninhos no chão, devorando ovos e filhotes. Como a espécie se reproduzia lentamente e não tinha mecanismos de defesa contra esses invasores, sua população começou a desaparecer de forma acelerada.
Em menos de um século após a chegada dos humanos, o pássaro Dodô já havia sido completamente extinto. Não houve tempo para adaptação, nem chance de sobrevivência. Uma espécie inteira, que existiu por milhares de anos, foi apagada em poucas décadas.
Hoje, o Dodô se tornou um dos maiores símbolos da extinção causada pela ação humana.
Sua história não é apenas sobre um animal que desapareceu. É sobre o impacto que podemos causar quando entramos em um ecossistema sem entender — ou sem respeitar — o equilíbrio que já existia ali.
Vivemos tempos onde um lunático psico killer chamado Trump se acha no direito –e dever !!!- de extinguir, pulverizar uma civilização milenar com a Pérsia/Irã.
É preciso lembrar com maior profundidade do pássaro Dodô.
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Gilberto Motta é escritor, jornalista, professor/pesquisador que também anda em processo de extinção feito o pássaro Dodô. Vive na Guarda do Embaú SC.