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Vasco reduz vexame e arranca empate com Sampaio Corrêa

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Com um gol aos 49 minutos do segundo tempo, o Vasco livrou sua atuação ruim no Estádio Albertão, em Teresina (PI), e empatou em 1 a 1 contra o Sampaio Corrêa pela Série B do Campeonato Brasileiro. O resultado, porém, manteve o Cruzmaltino fora do G4.

O técnico Adilson Batista apostou numa formação com três volantes e três atacantes, com os velozes Marquinhos e Yago aberto pelas pontas. A tática, porém, não funcionou no primeiro tempo, principalmente pela falta de criatividade no meio de campo.

Com Fabrício, Pedro Ken e Fellipe Bastos, o time pouco armava e os homens de frente acabaram ficando isolados. Somente em momentos esporádicos de Yago e Rafael Silva o Vasco levou algum perigo, como aos 20 minutos, quando o primeiro fez bela jogada individual, chutou em cima do goleiro Rodrigo Ramos e, na sobra, Rafael demorou a concluir.

Quem criou as melhores chances na etapa inicial foi o Sampaio Corrêa, com o elétrico atacante Pimentinha, que caía no setor direito, sempre nas costas do lateral Diego Renan.

O sistema defensivo do Cruzmaltino, como um todo, estava muito mal, cedendo espaços e marcando de forma errada. Diante deste quadro, a equipe maranhense teve a grande chance de gol aos 36 minutos, quando Márcio Diogo entrou pela esquerda e cruzou para Pimentinha, que chutou rasteiro, mas o zagueiro Douglas Silva salvou em cima da linha.

No segundo tempo, Adilson sacou Rafael Silva e apostou no retorno do atacante Edmilson, que não atuava desde o primeiro jogo da final do Campeonato Carioca. O artilheiro da equipe na temporada, porém, mostrou-se sem ritmo de jogo e pouco fez.

Após dois lances de perigo de Diego Renan com menos de cinco minutos, o Vasco voltou a apresentar o mesmo desempenho desastroso. Pimentinha continuava infernizando a defesa e o meio de campo seguia sem criatividade alguma.

Gostando do jogo, o Sampaio Correa foi chegando aos poucos. Primeiro, aos 16, teve um gol anulado do zagueiro Edimar em lance duvidoso, onde foi marcada uma falta.

Na segunda vez, aos 19, porém, não teve jeito. Após cruzamento, o goleiro Diogo Silva saiu mal, a bola sobrou para Márcio Diogo, que dominou, girou e chutou para abrir o placar.

Com a desvantagem, o técnico Adilson Batista, enfim, sacou um volante e colocou um meia. No caso Dakson na vaga de Fellipe Bastos.

Quando todos já deixavam o Estádio Albertão, Dakson cobrou falta de longe, o goleiro espalmou e, após bate e rebate na área, a bola sobrou para o estreante Guilherme Biteco, que chutou de qualquer maneira para empatar.

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