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Parcerias perigosas

Wasny quer todo mundo de olho nos negócios com Mané, Centrad etc

Foto/Divulgação
Marco Túlio Alencar

O deputado Wasny de Roure (PT) subiu à tribuna, na sessão ordinária da Câmara Legislativa desta quarta-feira (5), para sugerir aos distritais eleitos a criação de um grupo de acompanhamento dos contratos firmados entre o GDF e terceiros para a gestão de bens públicos, a exemplo do Arenaplex, Centro de Convenções e do Centro Administrativo, em Taguatinga. “É necessário seguir os processos, desde os estudos preliminares até os contratos, passando pelo processo licitatório”, afirmou.

O parlamentar também elogiou o relatório, aprovado pela Comissão de Assuntos Fundiários (CAF), sobre o projeto de Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS), cuja apreciação pelo plenário da CLDF está prevista para a próxima terça-feira (11). “Os técnicos da Câmara Legislativa fizeram um trabalho minucioso, o que trará tranquilidade para a votação”, analisou. Ele sugeriu a quem tiver algo contra a proposição – que vem sendo debatida há cerca de oito anos – que apresente os argumentos antes da matéria ser levada ao plenário.

O resultado de estudo do IBGE apontando que mais 2 milhões de brasileiros estão vivendo em situação de pobreza foi tema, entre outros assuntos, de pronunciamento do deputado Chico Vigilante (PT). “Já sabíamos que isso iria acontecer, desde que foi dado um golpe em 2016”, declarou. Além disso, chamou atenção para o alto número de trabalhadores na informalidade: “São 135 milhões de pessoas que vivem de bico, sem carteira assinada e sem contribuir para a previdência. O número superior ao de empregados formais”.

O distrital também se colocou contra a reforma previdenciária e o fim do Ministério do Trabalho, que terá partes desmembradas integradas a três outras pastas. “O retalhamento do ministério vai ensejar a perseguição aos sindicatos já existentes”, previu. E ainda criticou o que considera um “ataque” do governo eleito contra os servidores públicos. “A categoria tem sido tratada como o grande mal do Brasil, mas é o serviço público que garante o atendimento aos pobres”, concluiu.

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