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Americanas passeiam e Brasil tenta bronze no Mundial de Vôlei

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O sonho do título inédito do Mundial acabou neste sábado. A seleção brasileira de vôlei feminino caiu para os Estados Unidos na semifinal da competição ao perder por 3 a 0, parciais de 25-18, 29-27, 25-20, em um jogo marcado pela revolta de todo o time do Brasil em relação ao juiz.

A arbitragem, tanto os juízes de linha como o de cadeira, foi alvo de muitos protestos dentro de quadra desde os primeiros pontos. O juiz chegou até a aceitar um desafio em que o lance teria tocado no bloqueio, o que não é permitido na regra deste campeonato.

A revolta brasileira foi tão grande que o técnico Zé Roberto perdeu a linha em um momento e invadiu a quadra. No banco de reserva, seu auxiliar também levantava a todo instante para protestar.

A seleção brasileira volta à quadra neste domingo contra o perdedor da semifinal entre China e Itália. A disputa valerá a medalha de bronze.

A partida começou nervosa. Logo quando o placar mostrava 2 a 1, o técnico José Roberto Guimarães reclamou com a arbitragem. O motivo foi o posicionamento de Kimberly Hill, que estava à esquerda do ataque quando o Brasil sacou e ela foi para o serviço na sequência. Mas, apesar da reclamação, o juiz apenas mandou a partida continuar.

Depois da reclamação, a seleção brasileira passou a apresentar um nervosismo que não havia acontecido até aqui. A equipe errava lances bobos, como quando Dani Lins conduziu a bola ao tentar fazer um levantamento. Com isso, a equipe “estacionou” no 10º ponto e viu as americanas abrirem até oito pontos. Com essa diferença, os EUA conseguiram fechar a parcial com facilidade.

Na virada de set, a seleção brasileira pareceu ter acertado seu nervosismo. Mesmo com um erro bobo de Dani Lins na primeira bola da parcial, o time reagiu e abriu uma boa vantagem no começo. No banco, as reservas faziam muita festa a cada ponto conquistado por suas companheiras. Mas quando tudo indicou que o Brasil devolveria o set perdido com tranquilidade, as americanas voltaram a encostar no placar.

A proximidade foi suficiente para voltar a deixar o jogo bastante nervoso. A arbitragem ajudava a aumentar a tensão dentro de quadra, como um lance em que o juiz principal deu bola fora e voltou atrás para loucura de Zé Roberto. Na sequência, a americana atacou uma bola na cabeça de Dani Lins e a arbitragem parou a jogada no meio, mais motivo de reclamação no banco brasileiro.

O juiz voltou a polemizar depois em um lance em que marcou quatro toques do Brasil, Thaísa se revoltou em quadra e garantiu que não havia encostado na bola. Zé Roberto invadiu a quadra reclamando e foi punido com cartão amarelo. Em seguida, foram as americanas que reclamaram demais em uma jogada de dois toques marcada em que nada aconteceu. E na disputa de nervosismo, os EUA levaram a melhor e ganharam a parcial.

A derrota no segundo set praticamente fez as brasileiras surtarem dentro de quadra. Elas não conseguiam mais jogar de igual para igual e observaram as americanas abrirem grande diferença na terceira parcial. Zé roberto trocou algumas peças para tentar reagir, mas foi em vão. Os EUA, com uma facilidade muito grande, definiram o duelo.

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