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Rio

Ato contra passagens se transforma em protesto violento



Um ato contra o reajuste de passagens de ônibus se transformou num confronto entre manifestantes e policiais na Central do Brasil. Policiais atiraram bombas de gás e de efeito moral contra o grupo de cerca de 800 manifestantes que protesta na região. As bombas causam bastante correria na área da Avenida Presidente Vargas. Há informações de que há feridos no local.

Um grupo manifestantes derrubou tapumes de metal de uma obra na Rua Bento Ribeiro, nas imediações da Central do Brasil. Eles tentaram usar os tapumes como escudos e atacaram policiais do Batalhão de Choque jogando pedras. Muitos manifestantes correm pelas ruas com camisas escondendo o rosto. Vários fogueiras foram feitas no meio da rua. Pessoas que circulam na área procuram abrigos.

A estação de trem da Central está fechada, e os acessos Campo de Santana e Ministério do Exército, da Estação Central do Metrô, se encontram fechados. A Supervia, por sua vez, informa que o policiamento está reforçado no local, mas que algumas pessoas chegaram a pular catracas. A concessionária informa que as saídas dos trens segue normal, mas pede que a integração entre trem e metrô seja feita em São Cristóvão.

As vias no entorno da Central como a Rua Bento Ribeiro, Senador Pompeu ainda estão interditadas. A Avenida Presidente Vargas já foi liberada na altura da Central do Brasil. Os manifestantes caminham pela via e há retenções na altura da Uruguaiana, sentido Candelária. A Avenida Rio Branco está parcialmente interditada, na altura da estação Carioca.

 

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