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China fecha cerco ao terror e prende radicais que postam vídeos

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Cerca de 230 pessoas foram detidas na região autônoma de Xinjiang (noroeste da China), habitada por etnias de religião muçulmana como os uigures, por divulgar vídeos de conteúdo violento ou terrorista na internet, informou nesta segunda-feira a imprensa estatal.

As detenções fazem parte de uma campanha lançada pelo governo regional, que no dia 31 de março anunciou a proibição de divulgar esse tipo de vídeo na rede e desde então foram encontrados 2.229 páginas web dedicadas a essa atividade, informa o jornal “Legal Daily”. Dos detidos, 34 já foram processados, acrescenta o periódico oficial.

A campanha das autoridades acontece em um clima de tensão em Xinjiang, onde centenas de pessoas morreram nos últimos anos em confrontos armados entre forças de segurança e grupos que Pequim define como “separatistas” ou “terroristas”.

Segundo Pequim, o principal destes grupos é o Movimento Islâmico de Turquestão Oriental, cujo principal objetivo é a independência de Xinjiang e tem vínculos com a organização terrorista internacional Al Qaeda.

A também decidiu China aumentar a segurança em sua capital nesta segunda-feira, reforçando patrulhas de polícia e restringindo grandes compras de gasolina, após uma série de violentos ataques realizados por militantes.

A polícia de Pequim despachou pela cidade 150 veículos de patrulhamento armados, nesta segunda-feira, de acordo com a agência oficial Xinhua, “para o combate ao terrorismo de rua e a luta contra violência grave”.

A China está mais preocupada com agitações domésticas e militantes islâmicos desde que um carro foi queimado nos arredores da Praça Tiananmen, em Pequim, em outubro. Em março, 29 pessoas morreram esfaqueadas em uma estação de trem na cidade sulista de Kunming.

Os veículos de patrulhas, que ficarão estacionados em vias principais, farão a guarda especificamente contra incidentes envolvendo armas, bombas e violência em massa.

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