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Chuvas torrenciais levam caos a cidades da Baixada Santista

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As cidades da Baixada Santista tiveram estragos, deslizamentos de encostas e alagamentos por causa da chuva forte de segunda (22). Pelo menos três cidades litorâneas – São Vicente, Santos e Guarujá –  sofreram consequências por causa da precipitação acima da média.

Em São Vicente, equipes da Defesa Civil foram enviadas ao Parque Prainha e Morro dos Barbosas, onde encostas desabaram. Vários bairros da cidade também ficaram alagados, muros e postes caíram. Diversas ruas do centro e as avenidas Penedo, Presidente Wilson e Nações Unidas tiveram pontos de alagamento. O município recebeu ontem 121 milímetros (mm) de chuva.

A prefeitura de Guarujá informou que não registrava uma chuva como a de ontem há dez anos. A cidade recebeu 172 mm nas últimas 24 horas – em dezembro de 2013, foram 73 mm de chuva. Neste mês, o acumulado já chega a 233,1 mm.

Os técnicos da Defesa Civil da cidade estão vistoriando, preventivamente, áreas de risco. Ontem, alguns bairros, como Santa Rosa, Santo Antônio, Centro, Vila Júlia e Enseada e o distrito de Vicente de Carvalho registraram enchentes, mas a cidade não teve deslizamento ou desmoronamento.

Em Santos, choveu 171,6 mm entre as 16h de ontem e as 6h de hoje. Com isso, o índice acumulado de dezembro sobe para 262,8 mm. A média histórica do mês nos últimos 25 anos é  252,5 mm. A grande preocupação da Defesa Civil agora são os morros com risco de deslizamento.

Além disso, um prédio na Rua Newton Prado, no bairro José Menino, está sendo monitorado devido ao solapamento do solo causado por uma obra em terreno vizinho. O edifício chegou a ser evacuado pelo Corpo de Bombeiros. Após vistoria, foi liberado.

A população santista ainda sofre com problemas técnicos da operadora telefônica que atende a região. Segundo a prefeitura, o telefone 199, da Defesa Civil, está sem funcionar. Em caso de emergência, a população deve ligar para o 193 (telefone dos bombeiros).

Na capital paulista, a chuva provocou a morte de um passageiro de táxi que passava pelo cruzamento das ruas Itacolomi e Alagoas, quando foi atingido por uma árvore. As regiões da cidade receberam intensidades diferentes de chuva. A média no município, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências, foi 60,3 mm.

As precipitações mais intensas ocorreram na Vila Mariana (105,2 mm), Pirituba (94 mm), Rio Tietê, na altura da Ponte do Piqueri (141,5 mm), no Córrego Espraiada e no piscinão Jabaquara (81,2 mm). A cidade registrou 64 pontos de alagamentos, sendo 37 intransitáveis, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego.

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