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Clima de eleição estadual e sucessão de Dilma dominam o País



Em Brasília só se fala em eleições. Deputados, senadores, caciques de partidos e os mais chegados aos gabinetes dos Ministérios já orientam suas ações com o olho na caça de votos em 5 de outubro. Sem nenhum constrangimento, deixam de lado a decisão da Justiça Eleitoral que fixou para o dia 5 de julho o inicio da campanha eleitoral.

O Partido dos Trabalhadores, na próxima segunda-feira, dia 10, quando estará completando 34 anos, vai anunciar o lançamento da candidatura á reeleição da presidente Dilma Rousseff. O evento acontecerá em São Paulo, no Parque de Exposições do Anhembi, com a presença de lideres  petistas de todos os estados.

Sábado, em Ribeirão Preto, o ex –presidente Lula está dando o pontapé inicial da campanha do ex –ministro da  Saúde Alexandre Padilha que vai disputar o governo paulista contra o governador Geraldo Alckmin. Os petistas vão percorrer todo Estado de São Paulo para tornar conhecido o ex –ministro Padilha, que sempre teve atuação política no Pará. É mais um poste que o ex –presidente Lula inventa e tentará impor aos paulistas, como fez com Fernando Haddad na Prefeitura da cidade de São Paulo.

O senador Aécio Neves marcou para o fim de março o lançamento oficial de sua candidatura à Presidência   da República, também num grande evento, que será realizado em São Paulo. Até lá vai cumprir uma ampla agenda de visitas pelo Amazonas e Estados do Nordeste. Mas o seu foco principal será o Estado de São Paulo, onde está o maior colégio eleitoral do Brasil. Inclusive, será de São Paulo que sairá o seu companheiro de chapa  para a disputa presidencial. Um dos sonhos dos tucanos é que esse candidato seja José Serra. Dada essa quase impossibilidade, o nome mais falado é o do senador serrista Aloisio Nunes Ferreira.

A estratégia de Aécio Neves é conseguir em terra paulista um número de votos que compense os votos que serão obtidos a mais nas regiões do Norte e Nordeste pelos dois outros candidatos – Dilma Rousseff e Eduardo Campos.

Em sua peregrinação pelo interior  paulista, ele vai estar acompanhado por Geraldo Alckmin, que vai batalhar pela reeleição. Aécio Neves, em março, estará em Campos do Jordão para encerrar  o Congresso Paulista dos  Municípios.

Eduardo Campos, o terceiro candidato virtual ao Palácio do Planalto, planeja deixar o governo de Pernanbuco no dia 1° de abril. Nesta mesma data, em 1964, seu avô Miguel Anaes  foi escorraçado do governo pernanbucano pelos militares, obrigando –o a se asilar na Argélia.

Nesta semana, aqui em Brasília, Campos lançou as diretrizes do seu governo, juntamente com a ex –senadora Marina Silva, que será sua companheira de chapa. Até abril ambos viajarão pelo pais com a finalidades de caçar adesões e votos. Vão surgir ainda outros candidatos, lançados por legendas consideradas nanicas. O PSOL já decidiu ter como candidato o senador. Randolfe Rodrigues, do Amapá.

Cláudio Coletti

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