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Rio

Garotinho acusa Pezão de espalhar boatos sobre desistência



O governador Luiz Fernando Pezão e o seu antecessor, o ex-governador Sérgio Cabral Filho – que abriu mão de disputar o Senado em favor de Cesar Maia, do DEM – estão espalhando boatos na imprensa sobre uma possível desistência do deputado federal Anthony Garotinho (PR) de disputar o governo do estado. Quem acusa é o próprio Garotinho. A desistência seria motivada depois da aliança de Pezão com Cesar Maia.

Garotinho desmente o boato e questiona: “Mas por que motivo eu desistiria da minha candidatura? Em primeiro lugar todas as pesquisas, mesmo as “encomendadas” pela turma do PMDB, apontam minha liderança incontestável. Depois – pensem bem – mesmo com a aliança com 15 ou 16 partidos (montada sabe Deus como) em torno de Pezão, continuam com medo da minha candidatura. Por que será?

E depois vamos analisar os fatos friamente. Toda a repercussão dessa aliança vem do inusitado, da falta de coerência mínima, do vale-tudo eleitoral, mas do ponto de vista da densidade eleitoral lembrem-se que Cesar Maia, que já foi três vezes prefeito do Rio, na última eleição municipal elegeu-se vereador com modestos 44 mil votos, não conseguiu nem 50 mil num eleitorado de 4,7 milhões. Então, se Cesar vai dar mais tempo de televisão para Pezão, ao mesmo tempo vai agregar o seu desgaste também.

Resumindo: não dêem ouvidos a boatos. Candidato que lidera pesquisa – como eu – não desiste de candidatura, muito menos está isolado, afinal é porque conta com o apoio do povo. Quem vence eleição não são os partidos, ainda mais hoje, completamente desmoralizados. Muito menos eleição é vencida em arranjos de dirigentes partidários. Quem decide é o povo na hora do voto. Por isso meus adversários estão desesperados”, declarou Garotinho.

Segundo nota publicada pela imprensa, Garotinho teria ficado isolado (tem apenas o apoio do PT do B), pois deverá ficar apenas com dois dois minutos no horário eleitoral gratuito na TV, com a polarização das candidaturas de Pezão e Lindbergh Farias (PT).

Críticas – A aliança Cesar Maia-Pezão é alvo de críticas também do PSOL regional. O jornalista Milton Temer, que já disputou o Senado em 2010 pelo PSOL, afirmou que essa é uma disputa de anti-valores. “É nisso que está se transformando a campanha eleitoral, tanto no plano federal quanto nas principais estaduais. No Rio, o pântano se explicita com a união informal, porém incontestável, entre a parceria Pezão/Cabral Filho e o decadente direitista Cesar Maia, no apoio a Aécio. Ou seja; num Estado da importância do Rio, o candidato de Dilma, tanto tempo prestigiado por Lula, também apóia seu principal antagonista ma disputa da chave do cofre das verbas públicas à disposição das tenebrosas transações (eive,ccavensih e cia bella). Sim, porque no âmbito dos “programas”, todos operam no mesmo balaio”, afirmou Temer nas redes sociais.

O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) apontou o jogo duplo de Pezão. “No Rio de Janeiro, inimigo de dia se acerta com adversário à noite… Então o Pezão é mesmo grande: uma parte na canoa de Aécio, outra na de Dilma. E o Cabral redescobre o DEM de César Maia, e, camaleônico, não muda, mas emudece para sobreviver. E o PSB, agora na oposição, ligado aos tucanos em outros estados, alia-se aqui ao PT, mantendo uma janela aberta à situação. A traição é o pão embolorado de cada dia”, disse.

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