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Brasil

Graça Forster mentiu, teria prevaricado? Na dúvida, líder tucano pede a cabeça dela



O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Antonio Imbassahy (BA) quer passar a limpo o que a presidente da Petrobras Graça Forster tem dito sobre o Petrolão. O parlamentar acha que há um iceberg submerso e que a pontinha apareceu. Falta mostrar o resto.

Para dirimir dúvidas, Imbassahy entrou com representações no Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) e na Procuradoria da República do Distrito Federal pedindo o afastamento dela da presidência da Petrobras. Ele entende que Graça mentiu à CPI mista da Petrobras e há indícios de que se recusou a apurar denúncias de propina dentro da estatal.

Nas representações, o líder sustenta que Graça Foster entrou em contradição por ter dito aos parlamentares que tomou conhecimento de denúncias de pagamento de propina da holandesa SBM Offshore a funcionários da Petrobras por meio de uma reportagem do jornal Valor Econômico. Na CPI, ela disse que uma investigação interna da estatal não tinha sequer encontrado indícios de pagamento.

Em uma entrevista coletiva no último dia 17, Graça disse, no entanto, que soube do pagamento de propina alguns meses depois da investigação interna da Petrobras. Por esse motivo, a SBM foi proibida de contratar com a Petrobras em maio, antes do depoimento à CPI.

Para o tucano, Graça Foster mentiu e usou seu cargo para dificultar a investigação. “Tudo isso sem falar na continuada insistência nos diversos depoimentos no Congresso Nacional de que o negócio em Pasadena não teria qualquer irregularidade, mesmo sabendo de diversos indícios da falcatrua”, disse.

A partir dos indícios, Imbassahy pediu para a procuradoria do DF também apurar a possiblidade de instaurar inquérito criminal para investigar a prática de falso testemunho e prevaricação.

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