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Brasil

Inflação desacelera a 0,42% em outubro, mas continua acima da meta do BC



A inflação desacelerou para 0,42% em outubro, mas continua acima do limite máximo da meta do governo em 12 meses, a 6,59%.

O governo tem o objetivo de manter a inflação em 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo (ou seja, podendo oscilar entre 2,5% e 6,5%).

Em setembro, os preços tinham subido 0,57%, fazendo com que a inflação em 12 meses atingisse 6,75%, o maior valor desde 2011.

No acumulado do ano, até agora, a alta dos preços está em 5,05%. No mesmo período do ano passado, a inflação acumulava alta de 4,38%.

Segundo a agência de notícias Reuters, economistas citam o forte aumento nos gastos do governo e o a escassez de mão de obra como fatores importantes para a alta inflação.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e foi divulgado nesta sexta-feira (7).

Os preços de alimentação e transporte respondem, juntos, por 43% do orçamento das famílias, segundo o IBGE, e subiram menos em outubro do que em setembro. Assim, esses gastos foram os principais responsáveis pelo resultado do IPCA do mês passado.

Tomate sobe 12%; carne e cerveja desaceleram
O preço do tomate foi o que mais variou de um mês para outro: se em setembro tinha caído 9,42%, em outubro saltou 12,37%.

Outros produtos, no entanto, perderam força: o preço das carnes, que tinha subido 3,17% em setembro, subiu menos em outubro, 1,46%.

Ainda assim, a carne teve o maior impacto sobre a alta nos preços dos alimentos no mês passado.

A cerveja tinha aumentado 3,48% em setembro, e desacelerou para 1,46% em outubro; uma refeição completa, que em setembro tinha apresentado alta de 1,02%, subiu 0,15% em outubro.

Entre os itens que apresentaram queda no preço, a farinha de mandioca é destaque, passando de uma alta de 2,52% em setembro para queda de 0,34% em outubro.

O queijo tinha subido 0,86%, e em outubro caiu 0,96%; e o leite longa vida também saiu de alta de 1,75% para queda de 1,83%.

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