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Militares simulam ataque químico no Itaquerão contra a torcida

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As Forças Armadas simularam nesta quarta-feira um ataque químico na Arena Corinthians, o Itaquerão, na capital paulista, estádio que vai sediar a abertura da Copa do Mundo na próxima semana. Cerca de 100 militares do Exército e 80 homens do Corpo de Bombeiros, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Defesa Civil participaram da simulação, último treinamento para esse tipo de ocorrência antes da abertura do evento .

O coronel do Exército Ricardo Piai Carmona explicou que a ação serve para preparar os profissionais que devem atuar na segurança no estádio. “Não é para a população ficar preocupada, isso é um treinamento. As Forças Armadas e os órgãos de segurança pública têm que estar preparados para todo tipo de ameaça. Mas, se Deus quiser, isso não haverá”, disse ele.

Durante o treinamento, as vítimas fictícias saíram do interior do estádio para uma rua lateral, na Saída Leste do estádio. Todas as pessoas contaminadas seguiram por uma rota de evacuação e passaram por um posto de triagem. Ao final, essas pessoas receberam uma roupa limpa. “A pessoa sai totalmente descontaminada e os feridos são conduzidos para hospitais da área”, contou Carmona.

Em todo o Estado, aproximadamente 4 mil militares vão atuar na prevenção a atentados químicos, biológicos e radioativos, “reforçando a segurança em integração com órgãos de segurança pública”, explicou o coronel. As equipes estarão concentradas em pontos estratégicos, de grande concentração de pessoas.

Ainda de acordo com Carmona, as Forças Armadas não vão atuar em manifestação. A ação dos militares no evento vai ocorrer na proteção a áreas específicas, como centros de treinamentos, rotas protocolares e hotéis. No caso de estádios, serão feitas varreduras antes do início dos jogos e eventos, em parceria com grupos especiais da Polícia Militar e da Polícia Federal. Depois, o estádio é entregue para a segurança da Federação Internacional de Futebol (Fifa).

Jair Paca, coordenador da Defesa Civil, informou que o órgão estará responsável, no caso de um acidente ou atentado, por disponibilizar os abrigos para onde as pessoas não afetadas serão conduzidas, além de indicar a rede hospitalar.

O coordenador garantiu que os turistas vão encontrar segurança no estádio paulistano. “Em relação ao estádio, temos experiência de trabalho e nunca vimos tanta segurança. A segurança interna da Arena está muito boa. Acreditamos que um dos locais mais seguros na cidade de São Paulo, hoje, é onde vai ser realizada a abertura da Copa”, ressaltou ele.

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