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Professor dá aula de como resgatar Brasil e o DF da catástrofe política

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Ideologia. Eu quero uma pra viver! Assim me vem à mente nesse momento, o poeta Cazuza.

“Amanhã (hoje e sempre) é o dia mais importante para exercer a democracia neste país.” Lembra-me, tempestivamente, uma grande amiga, professora, minha colega de trabalho. Por isso, gostaria de traçar um paralelo entre o momento que estamos vivendo agora – campanhas políticas, eleiçõese a educação.

Não é somente a exposição de minha opinião. Parte é diálogo com o Outro. O Outro professor, aluno, eleitor.

Iniciei minha construção política nos idos de 70, 80, quando Brasília não tinha voz mas gritava para se fazer ouvir. Ter seu livre arbítrio. A constituição de 1988 se fundava e se recriava a Carta Magna Brasileira. Nela nossos direitos e nossa democracia se consolidaram.

Mas, pobre, rico ou classe média, levante a mão quem ainda não sentiu puxarem a sua rédea. Minha esperança é que, neste domingo 5, os eleitores brasileiros (e brasilienses) façam do voto um ato de depuração e elejam ou reelejam candidatos compromissados com a ética.

Pois, enquanto houver: obrigatoriedade do voto; demagogia do candidato; mais de 30 legendas partidárias (diferentes apenas na sigla e nome); o instituto da reeleição; e, a falta de um sistema distrital de votação, faremos péssimas escolhas resultantes desses fatores.

Novamente a lembrança do poeta me vem à mente, com um furor cortante: “o tempo não para, não para não!”. Principalmente “porque vivemos a política em sociedade”. Novamente é minha colega professora quem empurra esse escriba para continuar as linhas que faltam para finalizar o titulo desse artigo: a educação, o professor.

Finalmente o horário eleitoral terminou na quinta-feira passada. Pelo menos esse primeiro tempo candidatos trocaram agressões e se limitaram a assuntos pontuais, como quem construiu maior número de creches ou casas populares etc. e tal.

Faltou educação! Sobrou demagogia. Educação vem de berço, já dizia minha avó. Mas agora, no berço, querem é liberação das drogas; abortos; opção sexual… São as #s do momento eleitoral. Plano político nacional, reforma tributaria, política e eleitoral; o que é isso afinal?!

Enquanto isso nas prisões se traça planos de fuga e por aqui, a nação corre com passos de tartaruga. Pense na importância do seu voto, evite o nulo e o branco, pois eles não ajudam a fazer a diferença para o futuro do nosso país.

Tome partido. Defina seu voto e vote com consciência! Resgatar o país e o DF da catástrofe e de maus políticos é nosso maior desafio. E tenhamos fé, educação e professores que ensinem essa grande nação. Nossos heróis de verdade não podem morrer por covardia!

João Moura é Professor, Filósofo e escriba

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