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Rio

Sergio Cabral e Pezão diminuíram o efetivo da PM em Niterói



O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, em reunião na terça-feira (22) com o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, e o governador Luiz Fernando Pezão, na Prefeitura de Niterói, recebeu a notícia de que o 12º BPM – responsável pelo policiamento ostensivo de Niterói e Maricá – terá um reforço de 100 policiais. Passando de 800 para 900 homens. Isso para um município de cerca de 500 mil habitantes. A medida é uma iniciativa para conter a crescente onda de violência na cidade, após tiroteios no Caramujo, na Zona Norte e Morro do Cavalão, em Icaraí, no último sábado.

Porém, o que aparentemente é uma melhoria, na verdade, é uma ilusão. Pois este contigente terá que fazer o policiamento de dois municípios. Niterói continuará com
pouco efetivo. Este vem caindo progressivamente desde 2006 quando a cidade contava com 1.500 homens. A situação era mais tranquila e a população, menor.

Para piorar, Pezão disse a Rodrigo que a vinda da Força Nacional de Segurança ao município não era necessária. Bastava a PM. Na gestão da governadora Rosinha Garotinho (2003-2006) o 12º BPM tinha um efetivo de 1.200 soldados, mais 200 homens nos GPAES dos morros do Cavalão e do Estado, mais 100 do GETAM (Grupamento Especial Tático-Móvel), portanto 1.500 homens.

Hoje são apenas 800. Mesmo com o reforço, continuará com 600 soldados a menos do que em 2006. Os dados são do blog do coronel da PM Jorge da Silva, no texto “Niterói e seus problemas de segurança”.

De acordo com o blog, hoje, além dos 800 homens, Niterói tem 9 no DPO do Cavalão; outros 9 no GPAE do Morro do Estado e 15 no DPO da Lagoinha, totalizando 833. Os dados são de relatório assinado pelo coronel da PM Wilton Ribeiro, divulgado em 28 de
outubro de 2012. Ribeiro foi comandante geral da PM no Governo Rosinha Garotinho.

“A explosão da violência em Niterói tem culpados com nome e sobrenome: Sérgio Cabral, José Mariano Beltrame e Luiz Fernando Pezão. Abandonaram o povo de Niterói
para fazer marketing com UPPs. Essa é a verdade, com 500 soldados a menos do que há oito anos esperavam que acontecesse o que?”, apontou o deputado federal Anthony Garotinho (PR).

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