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Temer foge até de casca de banana, porque sabe que se cair, ficará no chão

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Cláudio Coletti

Michel Temer se encontra numa situação que o força se transformar num “paizão” nacional. Ele como presidente interino não entra em bola dividida, evitando marolas contra seu governo. Evita se escorregar em casca de banana.

Vive sorrindo, demostrando estar de bem com a vida, é só adota bondades. Como, por exemplo, o aumento de 12,5% do valor da Bolsa Família, três pontos percentuais acima do que havia sido proposto por Dilma.

Evita decisões polêmicas. É sua estratégia para ter o apoio da maioria do Congresso Nacional. Especificamente no Senado para garantir pelo menos 54 votos dos 81 senadores necessários para a decretação do fim do mandato da presidente. Resultado que confirma sua permanência no governo até o dia 31 de dezembro de 2018.

Por outro lado, Dilma, acuada no Palácio da Alvorada, se movimenta para tentar reassumir o governo. O julgamento final do processo do seu impeachment deverá ocorrer entre os dias 25 e 27 de agosto, depois de encerrada a Olimpíada do Rio de Janeiro, no dia 21 do mesmo mês.

Ela agora está empenhada em ganhar apoio de mais 8 senadores, já que conta com 20 votos certos. Está prometendo convocar nova eleição para a escolha imediata do seu substituto.

Mas Dilma é duramente criticada pelos petistas pelo fato dos dois meses que está afastada do governo continua arrogante. Em nenhum momento foi capaz de fazer uma autocritica sobre os erros que cometeu, tanto na política como na economia. Sequer lembrou-se de apresentar uma plataforma mínima de sugestões para tirar o país da crise, na hipótese de retornar ao governo. Só se queixou de estar sendo vítima de um golpe, nada mais.

Seus aliados adiantam que, caso seu impeachment seja aprovado, ela recorrerá ao Supremo Tribunal Federal. Ela está convicta de que não cometeu nenhum erro para perder o governo. Por seu lado, Michel Temer também está certo de que governará o Brasil até o fim de 2018. Essa decisão caberá aos 81 senadores.

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